Redes Sociais no Mundo Digital
Redes Sociais no Mundo Digital
Se pensarmos bem não foram hoje (no mundo “internético”) que surgiram as redes sociais. Elas até podem estar mais “na moda” agora, afinal, a propaganda é grande e a facilidade da Internet com a inclusão digital aumenta muito as possibilidades das pessoas entrarem contato umas com as outras.
Hoje, assim como antes, as pessoas continuam a se reunir por assuntos e interesses em comum. Mais especificamente, para os bibliotecários as redes sociais são ótimas, já que é uma profissão com menos integrantes que a Medicina, por exemplo, e por consequência, os profissionais têm menos contato uns com os outros. As redes vêm de encontro justamente com esse propósito de aproximar as pessoas com interesses em comum auxiliando na aprendizagem, na socialização através da colaboração e cooperação mútuas.
Já como alunos do curso de Biblioteconomia da UFRGS temos a possibilidade de participar de algumas redes sociais, como a lista de discussões do CABAM, e as comunidades da Biblioteconomia da UFRGS, da FABICO e do CABAM no Orkut. Para profissionais bibliotecários as possibilidades são imensas e existem diversas outras redes que se pode participar, tais como as listas de discussões “bibliovagas” e “biblioamigos”, as comunidades no Orkut direcionadas as mais diversas temáticas da área (Ciência da Informação, Bases de Dados para Bibliotecas, etc.), os fóruns de discussão (Bibliotecários 2.0) e as diversas redes sobre o assunto no NING.
Enfim, as redes sociais estão com tudo e podem ser utilíssimas para auxiliar nos mais diversos problemas, dúvidas ou ainda para conhecer e interagir com as pessoas que têm algo em comum com você. Alguns posts atrás coloquei um link para um vídeo no YouTube que explica como funcionam as redes sociais na web. Vale a pena conferir!
Enjoy the social networks!
New York Times – assunto referente a aula 11
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Um dos mais conhecidos jornais do Mundo, não só por sua credibilidade, mas também por constantemente receber referências em filmes norte-americanos, o New York Times, também tem sua versão on-line. Como o próprio nome informa, é um jornal produzido na cidade de Nova Iorque nos Estados Unidos. Segundo a Wikipédia (2009, on-line) ele foi fundado em 1851 e recebeu seu primeiro Prêmio Pulitzer em 1918 sobre as reportagens que fez durante a cobertura da Primeira Guerra Mundial.
Em 1996, iniciou-se a publicação do jornal pela Internet o que o tornou referência para o conteúdo on-line (segundo a Wikipedia) e é acessado mensalmente por aproximadamente 20 milhões de usuários.
Assim como a maioria dos jornais on-line agrega os mais diversos conteúdos desde política, economia, variedades, a cultura e entretenimento, passando assuntos como as fofocas das celebridades e os esportes. Além disso, possui uma ótima área de classificados on-line, tornando-se um diferencial para ele. Principalmente, comparando com os nossos jornais daqui, como a Zero Hora e o Correio do Povo, que não divulgam seus classificados on-line, uma pena, pois muitas pessoas só têm acesso ao computador, ajudando inclusive na acessibilidade de pessoas cegas que não podem ler um jornal em papel sozinhas, mas on-line o computador “lê” para elas.
Referência:
WIKIPEDIA. The New York Times. 2009. Disponível em: <http://en.wikipedia.org/wiki/The_New_York_Times> Acesso em: 08 jun. 2009.
Forma divertida de explicar as redes sociais
Esse vídeo é bem interessante. Ele explica de forma original as redes socias…o porém, esta em inglês (mas é fácil de entender).
[http://www.youtube.com/watch?v=6a_KF7TYKVc&feature=channel_page] – não funcionou a inserção do video direto no blog.
Jornais: papel X on-line
Hoje, pouco leio jornal em papel. Raras vezes recorro ao papel, geralmente, isso acontece quando preciso ler o caderno de empregos ou imóveis que não estão disponíveis em versão on-line. A preferência pelo on-line se dá, principalmente, porque as notícias são mais atualizadas (ou atualizadas instantaneamente), além disso, há muita dinâmica nas versões on-line. Há a linkagem para matérias relacionadas, ou mesmo se for uma continuação do que está ocorrendo (por exemplo, o caso desse avião da Air France desaparecido). Acredito que a maioria das pessoas que têm acesso a Internet também estejam “migrando” para os jornais on-line, já que a cada dia temos menos tempos para “perder”. Também não da para esquecer da facilidade que há no acesso, e que acessar esse tipo de site pode ser uma forma de escape para o serviço maçante. Pois, ler as notícias on-line por 10 min, acredito, que não atrapalha o rendimento podendo até melhorá-lo. Para mim, os jornais on-line chegaram para ficar e já tomaram o lugar dos em papel, ainda mais que odeio o papel de jornal…
Que falta de interesse, heim!
Estado pode perder acervo de Erico Verissimo
Família do escritor estuda transferir legado para o Rio
O acervo literário de Erico Verissimo (1905-1975) constitui-se de originais manuscritos e datilografados do autor, correspondências, artigos e anotações — abundantes, dado que Erico tinha um método bastante minucioso para a construção de seus romances, o que incluía vez por outra desenhar personagens e cenários.
Criado em 1982 por iniciativa da viúva do escritor, Mafalda Volpe Verissimo, e organizado pelas professoras e pesquisadoras Maria da Glória Bordini e Regina Zilberman, o acervo esteve até 2007 hospedado na PUCRS, como parte do conjunto de documentos que hoje atende pelo nome de Centro de Documentação e Memória Cultural Delfos.
A família Verissimo solicitou a devolução do material de Erico depois que Regina e Maria da Glória foram afastadas da universidade, no fim de 2006. Nos bastidores, circula a informação de que a família fora solidária às professoras.
— A família nos pediu a documentação de volta e nós entregamos o mais rapidamente possível, é só o que sei – diz o escritor Luiz Antonio de Assis Brasil, coordenador do Delfos.
Desde então, o acervo de Erico está guardado na lendária residência da família, na Felipe de Oliveira. Os primeiros contatos com o Instituto Moreira Salles — uma das entidades culturais mais importantes do Brasil, administradora de cinemas, galerias e reservas técnicas de fotografia e música —, começaram quando o superintendente era o poeta Antonio Fernando di Franceschi, que coordenou um volume dos Cadernos de Literatura Brasileira do IMS dedicado a Erico em 2005. O diálogo entre a família e o instituto pretende criar na sede mais recente da entidade, no Rio, um centro de documentação e pesquisa.
— Não temos aqui em casa as condições para consulta. A ideia é disponibilizar o material para pesquisadores, algo que as atuais acomodações dificultam — explica Fernanda Verissimo, neta do escritor e filha de Luis Fernando Verissimo.
Fernanda faz questão de informar que, embora as negociações com o Instituto Moreira Salles estejam indo bem, ainda não há nada acertado em contrato:
— Estamos em tratativas, não tem nada estabelecido.
A assessoria de imprensa do IMS confirmou o interesse de levar a documentação, mas não deu mais detalhes porque tudo depende de novas reuniões entre a entidade e a família.
Mesmo que o IMS não divulgue detalhes, as negociações preveem que o instituto se torne o guardião e administrador do acervo – o que já acontecia quando a documentação estava na PUCRS e estava aberta a consultas de especialistas que elaboravam dissertações, teses e artigos sobre a obra de Erico.
A mudança de casa tem uma ressonância simbólica muito forte, porque representa que o Rio Grande do Sul não conseguiu manter em seu solo os originais do autor que traçou literariamente o imaginário do Estado (em uma obra de ressonâncias poderosas que hoje é editada por uma casa de proporções nacionais, a Companhia das Letras). Na prática, porém, de acordo com Fernanda Verissimo, a medida não vai dificultar o desenvolvimento de pesquisas sobre Erico, e sim o contrário.
— Atualmente o maior número de pesquisadores a procurar o acervo para consultas vem de fora do Rio Grande do Sul.
O que também não deixa lá de ser simbólico.
Os documentos
> O Acervo Literário Erico Verissimo contém mais de 10 mil documentos, que englobam originais, discursos, artigos, correspondências.
> Há documentos que remetem à passagem de Erico pela direção da Editora Globo, em uma fase que transformou a editora em referência nacional e apresentou ao público brasileiro autores estrangeiros, como Somerset Maugham e Graham Greene.
> Há também livros anotados da biblioteca pessoal de Erico, um grande acervo fotográfico e muitos desenhos de próprio punho do autor. O material é tão vasto que já rendeu mais de uma exposição temática.
Ansiedade
Todos passamos constantemente por momentos de ansiedade. Alguns controlam bem, outros nem tanto. Eu, na medida do possível, controlo bem, mas, geralmente, desconto muito na comida, e isso é péssimo.
Esse semestre está uma loucura, definitivamente! Estágio curricular, extra-curricular, projeto do TCC, relatório final de estágio, artigo para o ENEBD, preparativos para a formatura, etc, etc, etc. Tudo junto e mais um pouco, ufa! Impossível não gerar nenhuma ansiedade (principalmente para que o semestre acabe logo).
Bom, na ânsia de me acalmar, encontrei um texto tipo perguntas e repostas bem interessante no CyberDiet. Reproduzo a seguir as “dicas” do texto.
7 considerações sobre a Ansiedade
1- Definição:
Ansiedade é um estado emocional com componentes psicológicos e fisiológicos que pode estimular o desenvolvimento humano. Ela se torna um distúrbio quando mostra-se desproporcional à situação que a origina, ou quando não existe um motivo específico para o seu surgimento.
2- A raiz da ansiedade:
Desde o nascimento, o ser humano é colocado face a face com as limitações de seus poderes. Essas limitações e vulnerabilidades fazem parte da própria condição humana e são as fontes universais de toda a ansiedade posterior. Exemplo:
ao sentir fome ou sede, o bebê sente ansiedade até que seja satisfeito. “O planejamento alimentar para o emagrecimento depende do controle das nossas emoções”
3- Ansiedade patológica:
A ansiedade patológica é uma questão de quantidade, e não de qualidade. É um determinado grau de ansiedade que passa a ser evidenciado por sintomas de sensação dolorosa e desconfortável, como um mecanismo de alarme.
4- Conseqüências da ansiedade patológica:
A ansiedade patológica prejudica o indivíduo, compromete seu bem estar e seu desempenho e dificulta sua preparação para enfrentar adequadamente situações ameaçadoras do cotidiano.
5-Transtornos alimentares relacionados à ansiedade:
Anorexia nervosa; bulimia nervosa; transtorno alimentar noturno; comer compulsivo, entre outros.
6- Ação da serotonina:
O ato de comer é afetado por substâncias químicas presentes no cérebro que regulam o estado emocional. A serotonina é alterada pelo estado de ansiedade, fazendo com que o cérebro aumente o desejo de ingerir carboidratos, na tentativa de regular o quadro afetivo, podendo causar ingestão alimentar excessiva e até obesidade.
7- Exercícios físicos e redução da ansiedade:
Exercícios físicos regulares liberam substâncias como a endorfina, que aumentam a disposição geral, trazem sensação de bem estar, reduzem o estresse diário e ajudam a diminuir a tensão e a ansiedade.
Referência:
FERNANDES, Flávia Leão. 7 considerações sobre a Ansiedade. Disponível em: <http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/colunas/061106_psy_7consideracoes.htm>. Acesso em: 11 maio 2009.
Fraude – Prestação de Contas na Câmara dos Deputados
O UOL fez uma reportagem muito boa sobre como os Deputados sempre acham uma brecha para burlar o sistema e não prestarem contas corretamente.
A reportagem de Fernando Rodrigues é muito interessante e só tem 5min. Boa para quem não tem tempo de ler toda a semana uma Veja ou Época de cabo-a-rabo.
Jornais On-line
Tai mais uma formato para nós, bibliotecários, nos preocuparmos. Os jornalistas produzem, nós disponibilizamos.
Esse formato tem grande repercussão no mundo digital, hoje é mais comum comentar o que está na ZH digital do que a de papel (eu, particularmente, mal leio jornal em papel). É claro, que não é o fim do jornal impresso, visto que ainda há muitas pessoas que simplismente adoram ler um jornal, e outras tantas não tem acesso ao meio digital. Mas provavelmente houve uma queda da venda do jornal em papel, que além de caro não é tão atualizado quanto o que está na Internet.
O fato é que as bibliotecas terão que disponibilizar esse tipo de material também como parte do acervo. Computadores conectados a Web permitindo o acesso irrestrito ao conteúdo de qualquer jornal que esteja on-line. Assim como é feita a assinatura do jornal impresso, é necessário assinar o em meio digital, caso este não esteja disponível na íntegra em versão gratuita.







